quarta-feira, 12 de maio de 2010

COISAS Q EU NÃO ENTENDO.....

Coisas que eu não ENTENDO,

escrevendo besteira, só pra exercitar…
sim, é ponto pacífico que eu sou uma criaturinha cabeluda e confusa, mas existem coisas entre o céu e a terra (né, horácio?) que , se freud não explica, imagina eu então.
gente que tatua o proprio nome – pra que isso? é medo de esquecer o próprio nome? Fobia de alzheimer súbito? nesse caso, não é melhor tatuar o telefone e o endereço também, assim, só por precaução?
gente que dá indiretas públicas – ah, você já viu essa pessoa em alguma rede social da vida (ok, não existem redes sociais da morte – mesmo com todo o esforço daquela gente que fica deixando scraps para os falecidos… “vô, não sei se você está lendo…mas se estiver…me passa os números da megasena?”) sim, sei que não sou a primeira a reclamar disso. Você está lá tranquilamente pensando com seus bits e bytes quando pipoca alguma janelinha de msn com um comentário muitíssimo bem endereçado – do tipo ‘tem gente que se acha”- mas peralá, isso aparece pra lista inteira. Isso não é destilar um veneninho, é uma bomba de napalm, weapons of mass destruction. Assunto pessoal é pessoal, pô. Até a galera que faz spam de enlarge your peanuts (blog de familia) tem a dignidade de não usar mídia de massa pra tratar desses assuntos assim mais…inconvenientes. ok?
vegetarianismo – tá bom, eu entendo um pouquinho. Tem aquilo tudo de não querer maus tratos aos animais. mas pô. Animal não pode, mas planta pode? Puta preconceito com as plantinhas.
Bom dia – isso é coisa de gente louca, eu sei. Por gente louca me refiro a mim, é claro. Explico: o bom dia (ou oi ou olá ou e aí FDP e demais variantes) é um estabelecedor do contato humano: “Vi que você está aí, você viu que eu estou aqui?” Pois bem. Se você olhou pra pessoa e a pessoa olhou pra você, tadá, problema resolvido! …não?
vestido com calça embaixo – vou explicar com calma porque é meio complicado. existem essas coisas chamadas roupas para cobrir as partes, assim, mais anatômicas do corpo humano. Provavelmente porque senão ninguém ia conseguir se concentrar no trabalho direito (. Ah e porque talvez caíssem pentelhos no café. Sim, as roupas foram uma boa ideia. Mas veja bem. A menos que você seja a Geisy da Uniban, o vestido cumpre suas funções perfeitamente. Sozinho. Não subestime o coitado.
BEIJO..DEIXEM UM COMENTÁRIO

domingo, 9 de maio de 2010

DIRECIONADOS AOS 9 ANOS 1 E 2 EM RAZÃO DE NOSSA VISITA AO PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE

INFORMAÇÕES SOBRE O PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE


História e Cultura

A história do Parque Estadual do Rio Doce tem início em meados da década de 1930. O arcebispo de Mariana, Dom Helvécio Gomes de Oliveira, fica encantado com as belezas naturais e dezenas de lagoas da região, durante sua visita ao município de Marliéria. Decidido a agir em prol da proteção e preservação da floresta local, Dom Helvécio inicia um trabalho incessante em busca da criação de uma reserva florestal para que aquele patrimônio ambiental não se perdesse. Prega durante anos a defesa da fauna e da flora, até a sugestão do bispo ser acatada pelo então governador de Minas Gerais, Benedito Valadares Ribeiro. Em 14 de julho de 1944, a Unidade de Conservação era oficializada pelo decreto-lei n° 1.119. Mas nesta primeira fase do projeto, havia muito trabalho a se fazer. Era comum o uso sem controle das terras, por isso, a fauna sofria as conseqüências da pesca e caça sem restrição. De 1944 a 1962 o parque esteve sob o regimento da Secretaria da Agricultura, mas mesmo com a fiscalização da Polícia Rural, várias irregularidades aconteciam com freqüência: derrubadas, caça e pesca, retirada e venda de madeiras nobres, e até mesmo, na década de 1970 é que uma infra-estrutura para turismo foi montada para que houvesse segurança para os visitantes e para a floresta. Após a reforma ocorrida entre 1986 e 1993, o parque foi reaberto e recebe até hoje visitantes interessados na biodiversidade surpreendente da área de preservação.

ABRAÇOS E DEIXEM UM COMENTÁRIO!!